As águas superficiais (provenientes de rios, ribeiras, lagos, etc.), contrariamente às águas subterrâneas (captadas por nascentes, furos, poços, etc.), estão sujeitas a um maior número de impurezas, bactérias, areias, lamas, odores e sabores. Consequentemente, estas águas não podem ser consumidas, sem que haja um tratamento prévio numa ETA (estação de tratamento de água).
Nas ETA’s a água passa por processos de filtração e desinfecção, e as lamas extraídas durante o processo de limpeza, são aproveitadas na agricultura, como fertilizantes, ou levadas para aterro, consoante os resultados das análises, determinem se estas estão ou não aptas a um processo de fertilização dos solos.
A água depois de tratada (água potável), é encaminhada para os reservatórios de armazenamento através de condutas adutoras gravíticas ou condutas elevatórias após bombagem, para, finalmente, poder ser posta à distribuição dos clientes.